
domingo, 30 de agosto de 2009
sábado, 29 de agosto de 2009
Por uma janela

O que é ser grande? Fiz-me essa pergunta há alguns dias enquanto olhava pela janela do avião à medida que ele subia, percebi o obvio que quanto mais alto a aeronave ia ficando menos eu enxergava as pessoas, os carros, os prédios até que depois a única coisa que passei a enxergar foram às nuvens e nada mais, foi ai que me veio à mente a pequenez física do homem em relação a Deus e mais a pequenez moral do homem em relação a Deus.
Veio-me a mente as baboseiras que eu já falei para Deus e as que já ouvi outras pessoas falarem coisas do tipo: “eu determino”, “eu tomo posse”, “eu não aceito”, “se nada acontecer eu nunca mais venho à igreja”, “ quando o servo de Deus determina o Senhor TEM de atender” e percebi quão grande é minha ignorância, eu um simples comedor de arroz e feijão cheio de falhas e limitações que mal sei diferenciar a minha mão direita da esquerda, querer dizer ao SENHOR o que Ele deve e como Ele deve fazer.
Pretensão demais querer dirigir Deus a fazer meus propósitos ou o que eu acho certo, sabe meus irmãos eu aprendi olhando por uma janela a importância de coisas como a humildade para com todas as pessoas, pois somos aos olhos de Deus todos iguais, frágeis e queridos, Respeito pela pessoa do SENHOR, pois vi que somos a relva do campo que num dia existe e no outro logo desaparece e como que assim sendo posso eu querer “MANDAR” no criador de todas as coisas?
Se eu posso dar-lhes um conselho meus amados (as) eu lhes diria vivam um relacionamento com Deus onde a linguagem seja a confiança no amor do Pai por vocês e esse amor contempla todas as faces e condições de suas vidas e que sempre se lembrem que Deus habita num alto e santo lugar e também na eternidade por isso Ele é Senhor e deve-se ter cuidado e respeito ao dirigir-lhe a palavra, mas que esse mesmo texto afirma que Ele também habita com o contrito de coração e abatido de espírito, ou seja, Ele é pessoal e amoroso...
“Porque assim diz o Alto, o Sublime, que habita na eternidade, o qual tem o nome de Santo: habito no alto e santo lugar, mas habito também com o contrito e abatido de espírito, para vivificar o espírito dos abatidos, e vivificar o coração dos contritos”. Is 57:15
Veio-me a mente as baboseiras que eu já falei para Deus e as que já ouvi outras pessoas falarem coisas do tipo: “eu determino”, “eu tomo posse”, “eu não aceito”, “se nada acontecer eu nunca mais venho à igreja”, “ quando o servo de Deus determina o Senhor TEM de atender” e percebi quão grande é minha ignorância, eu um simples comedor de arroz e feijão cheio de falhas e limitações que mal sei diferenciar a minha mão direita da esquerda, querer dizer ao SENHOR o que Ele deve e como Ele deve fazer.
Pretensão demais querer dirigir Deus a fazer meus propósitos ou o que eu acho certo, sabe meus irmãos eu aprendi olhando por uma janela a importância de coisas como a humildade para com todas as pessoas, pois somos aos olhos de Deus todos iguais, frágeis e queridos, Respeito pela pessoa do SENHOR, pois vi que somos a relva do campo que num dia existe e no outro logo desaparece e como que assim sendo posso eu querer “MANDAR” no criador de todas as coisas?
Se eu posso dar-lhes um conselho meus amados (as) eu lhes diria vivam um relacionamento com Deus onde a linguagem seja a confiança no amor do Pai por vocês e esse amor contempla todas as faces e condições de suas vidas e que sempre se lembrem que Deus habita num alto e santo lugar e também na eternidade por isso Ele é Senhor e deve-se ter cuidado e respeito ao dirigir-lhe a palavra, mas que esse mesmo texto afirma que Ele também habita com o contrito de coração e abatido de espírito, ou seja, Ele é pessoal e amoroso...
“Porque assim diz o Alto, o Sublime, que habita na eternidade, o qual tem o nome de Santo: habito no alto e santo lugar, mas habito também com o contrito e abatido de espírito, para vivificar o espírito dos abatidos, e vivificar o coração dos contritos”. Is 57:15
Ao doce Raboni
sexta-feira, 28 de agosto de 2009
Tempos de espera
A vida nem sempre responde de forma imediata as nossas expectativas e quando isso ocorre podemos ter duas reações que seriam nos revoltarmos contra tudo e todos ou simplesmente procurar aprender com a situação que nos foi imposta. Gosto muito de pensar em José quando essa questão de espera me vem à mente, ele foi acusado e preso injustamente e segundo os eruditos ele passou algo entorno de treze anos no cárcere, o que mais me impressiona foi à forma como ele lidou com isso o texto relata que uma vez no cárcere ele se comportou de uma forma que o carcereiro passou a confiar nele, é fantástico a forma como aprendemos coisas quando esperamos procure pensar no que vou escrever:JOSE FOI PREPARADO PARA GOVERNAR O EGITO EM UMA CELA!!!
Por mais doido que isso pareça à faculdade de administração que José cursou foi em uma cadeia cuidando de presos como ele.
Ele fez da espera pela liberdade um tempo de aprendizado, quando eu passo a encarar os processos de espera em minha vida como uma chance de aprender algo meu caráter é moldado e preparado para varias situações que possam se levantar em minha existência e com certeza uma vez que aprendi quando as lutas me atingirem passarei por ela com mais serenidade e entendimento, pois se lembre que Jose saiu do cárcere para governar um Egito as vésperas de uma dura crise que seriam os anos de fome, só que o processo foi tão bem aproveitado por Jose que ele foi capaz de executar com maestria o que Deus esperava dele.
Quando a vida lhe impor um período de espera seja ele por qual motivo for use esse tempo para aprender coisas sobre Deus, sobre a vida, sobre você e assim sua existência será transformada...
Ao doce Raboni
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